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?O SIRIRI? Avante Brasil

"PEQUENO PORÉM FORTE". INFORMAÇÃO/OPINIÃO/CONTESTAÇÃO NA ÓTICA DE UM SER CIDADÃO. Hasta la victoria siempre. ¡Patria o muerte! Te abraza con todo fervor revolucionario. "Che" Dança MT/BR- Siriri,Ciriri ou Siriá. Cantigas: Marrequinha da Lagoa/Tuiuiú do Pantaná/Marrequinha pega Peixe/Tuiuiú já vem tomá. Cantador: "Quem quer moça bonita, vai na casa de Capim" Dançadores: "Na casa de teia tem, mas não bonita assim".



CENAS DO COTIDIANO III




Ivel: ... qualé rapá !! O cara queria levar meu troféu. Falei para ele que eu era campeão de sinuca, o cara duvidou, eu disse vamos lá que eu te mostro, mostrei: toma seu babaca !!

Ronaldi: Que bosta negão, campeão de sinuca, putz !!

Ivel: Campeão de sinuca, futisbol, sacumé quié ?! Medalhas e medalhas de futisbol... só para mostrar que sou um cara versátil...

Ronaldi: Você devia ganhar um de gaiatice.

Levis: Lançamento de cuspe.

Ronaldi:Correr da polícia.

Levi:HalteroCopismo !!

Nota de O Siriri: mesmo em brincadeiras bobas o preconceito pode estar presente...

RODRIGO SOUVES 3:01 PM

Voce que esta ai sentado!! levante-se !! Há um lider dentro de voce.

Faça-o falar!!! :






DES CONS TRUINDO A AMÉRICA - Michael Moore

Desafiando o governo Bush em seus documentários de sucesso mundial,
Michael Moore prova que ainda há vida inteligente nos Estados Unidos.



Caipiras gordos, acima dos quarenta anos, de cabelo desgrenhado sobre a
testa e que não tiram o boné de beisebol da cabeça nem para tomar banho
geralmente têm um lugar certo em Hollywood: escondidos e acorrentados em
algum porão de estúdio. No entanto, foi um sujeito com esse perfil anatomicamente
antimainstream que roubou a cena durante a cerimônia de entrega do Oscar, em março
passado. Mesmo entre mulheres maravilhosas, astros do rock e galãs milionários,
Michael Moore se tornou o nome mais falado do evento. Não só por causa da estatueta
de melhor documentário levada por Bowling For Columbine, mas pelo discurso atacando
a invasão do Iraque promovida pelo presidente americano - com a ajuda do primeiro-ministro inglês
-, três dias depois de as tropas da coalização iniciarem os bombardeios a Bagdá.
Movido por aplausos de pé e algumas vaias, Moore apenas deu o último passo que faltava para o irrestrito e
completo reconhecimento mundial como um dos mais importantes documentaristas da história e uma das
mentes mais subversivas do cinema atual.

Filho de canadenses, Michael Moore nasceu em 1954 na pequena cidade de Flint, no
Estado de Michigan - extremo norte dos Estados Unidos. Conhecida por ser a cidade onde
nasceu a indústria automobilística americana, com a implantação da primeira fábrica da General Motors,
Flint se tornou objeto de obsessão de Moore desde adolescente, quando ganhava competições de tiro
promovidas pelos escoteiros e assumia precocemente cargos em conselhos da escola apenas para
demitir o diretor incompetente. A relação ficou ainda mais próxima depois que o presidente da GM,
Roger Smith, resolveu enxugar a empresa, fechando todas as fábricas de Flint, que basicamente vivia
em função da produção dos veículos. Moore, na época, ainda era um daqueles moleques rebeldes cujo
maior desejo é se mandar da cidade natal. Para isso, criou o jornal independente Flint Voice, que acabaria
se transformando no Mi-chigan Voice: a função o cadastrou para um emprego numa revista descolada em São Francisco,
mas suas idéias "proletariadas" não foram bem recebidas na época - anos 80, durante o governo de Reagan - e o
filho pródigo estava de volta à Flint em poucos meses.

Perseguição
A incompreensão dos ex-chefes o levou para projetos mais ambiciosos.
"O jornal era ótimo de escrever, mas era limitado", explica o cineasta.
"Eu queria atingir mais pessoas. Pensei no que gostava de fazer. Bem, gostava de ir aos cinemas.
Então decidi fazer um filme." Reuniu alguns amigos, colocou a câmera para funcionar e foi atrás
de descobrir por que uma empresa lucrativa como a GM resolveu causar a demissão de 30 mil pessoas.
A resposta só poderia estar com quem tomou a decisão de transferir as fábricas para países de Terceiro Mundo,
onde a mão-de-obra é muito mais barata. Sendo assim, Moore passou três anos atrás de uma palavrinha
de Roger Smith, perseguindo o executivo no prédio da companhia em Detroit, em festas e clubes.
O resultado da empreitada foi o documentário Roger e Eu (1989), orçado em 250 mil dólares - a maior parte
veio do próprio bolso do diretor e de bingos que fazia em sua casa para angariar fundos.
A fórmula de encontrar humor na desgraça e de não ter medo de encarar as grandes corporações foi comprada
de cara pela Warner por 3 milhões (25 mil doados para os desempregados de Flint) e rendeu 20 milhões,
se tornando o documentário mais lucrativo da história - até ser batido por Bowling For Columbine.
"Fiz o filme pensando em exibir em centros comunitários, igrejas e associações. Nunca esperei que fosse estar em 500 cinemas em todo o mundo", lembra.

De jornalista panfletário a herói nacional, Michael Moore se empolgou com 8 milhões de adiantamento
da Warner para seu primeiro filme de ficção e concebeu Canadian Bacon, comédia satírica sobre a
declaração de guerra dos Estados Unidos contra o Canadá, feita por um presidente idiota. Se a história
já estava em sérias complicações numa América em plena Guerra do Golfo, imagine com a morte do
ator principal, John Candy, e do enfarto de outra pessoa do elenco. A Warner caiu fora e o diretor foi
tentar vender a distribuição para alguns estúdios. Foi numa dessas viagens para Los Angeles que
surgiu a oportunidade de Moore entrar para a TV, quando a NBC o convidou para ouvir suas idéias sobre
um programa de TV. "Não tinha idéia alguma para um programa. Nem mesmo queríamos fazer um", escreve
o gorducho de Flint, no livro sobre os bastidores do que acabou virando o genial TV Nation, um Casseta & Planeta
com função social, que consistia de quadros como 1) colocar um ator negro conceituado e um branquelo
condenado a vários anos de prisão para pegar um táxi em Nova York; 2) Viajar para Moscou e visitar um
míssil nuclear que ainda apontava para Flint; 3) usar trabalhadores mexicanos para fazer um segmento do
programa com baixo orçamento; ou 4) contar a história de uma cidadezinha que recebeu um presídio para
ganhar taxas e ajudas do governo federal, mas não havia presos para ocupar as celas.

TV, Livros e fama
Apesar das críticas favoráveis, TV Nation só durou dois anos. Michael não desistiu de ser a
ovelha negra da América e escreveu o livro humorístico Downsize This! ("Enxugue Isso!").
Além de ter entrado para a lista de best-sellers, a obra rendeu um tour por mais de quarenta
cidades americanas, fato que o escritor aproveitou para desenvolver seu segundo longa documentário: The Big One,
no qual visita algumas das maiores empresas americanas para saber por que elas estavam se mudando para
outros países, mesmo dando lucro de bilhões de dólares - em certo momento, ele desafia o presidente da Nike
e entrega um cheque de 80 centavos de dólar para o pessoal da Johnson Products, representando o valor da
hora de trabalho de um funcionário no México. O formato acabou virando outro marco na televisão com a estréia
de The Awful Truth, que era um TV Nation com humor ainda mais pesado. Exemplo? Que tal chamar os
responsáveis de um grande hospital para o funeral do homem a quem eles negaram um transplante? Ou quem sabe
visitar um deputado que deseja aprovar uma lei fascista com várias pessoas vestidas de peregrinos e bruxas
do começo do século 19?

Todos esses projetos e idéias só poderiam acabar na noite de gala do cinema.
Foi o que aconteceu com a obra-prima Bowling For Columbine, documentário divertido,
emocionante e revoltante sobre a natureza violenta dos Estados Unidos - tendo como
motivação o massacre de Columbine, quando alunos entraram atirando em professores e
colegas sem distinções. O filme se tornou a maior bilheteria do gênero no planeta, ganhou
todos os prêmios possíveis (alguns ainda acham que ele deveria ter sido indicado para o Oscar principal)
e foi o primeiro documentário a concorrer no Festival de Cannes em cinqüenta anos - recebido com quinze
minutos de aplausos depois da exibição. Aqui no Brasil, ganhou o prêmio do público da Mostra Internacional
de São Paulo, mas foi só quando Moore discursou no último Oscar que os brasileiros acordaram para o humor
subversivo do documentarista: "Chamei os outros indicados para melhor documentário ao palco porque nós
gostamos de realidade. Gostamos da realidade, porque nós vivemos tempos fictícios, com eleições fictícias e
um presidente fictício. Estamos lutando uma guerra por razões fictícias. Que vergonha, senhor Bush, que vergonha
!".

As palavras foram o gatilho que transformou Michael Moore em personalidade brasileira honorária por alguma razão.
Afinal, se até nos Estados Unidos ele tem opositores - que acham Moore muito interessado em se mostrar nos filmes -,
aqui, ele passou de desconhecido a estrela do canal por assinatura GNT, que sempre reprisa The Big One e TV Nation.
Além disso, a editora W11 está lançando o ótimo livro Stupid White Men - Uma Nação de Idiotas, que se mantém no top
10 da lista de mais vendidos do New York Times há trinta semanas, apesar de quase ter sido censurado pela editora,
com medo do governo Bush. O auge veio com a transmissão de Roger e Eu pelo SBT, no começo de abril. Foi de
madrugada (2h30 da manhã de um sábado), mas assistir ao documentário em pleno canal do "Seu Sílvio" foi
um dos momentos antológicos - e desconhecidos - da TV brasileira. Vamos ver se alguma distribuidora passa
Bowling For Columbine em grande escala nos cinemas e se seu próximo filme, Fahrenheit 911,
sobre as ligações entre a família Bush e Osama Bin Laden, é exibido na Globo. Isso sim seria democracia.

Rodrigo Salem
Matéria publicada na revista SET edição 191 - maio/2003






O SIRIRI: Um salve a Michael Moore, gente que faz ! Esse tipo de indivíduo,
conforme o conhecido poema de Brecht (publicado anteriormente em O SIRIRI), é imprescindível.

RODRIGO SOUVES 6:32 PM

Voce que esta ai sentado!! levante-se !! Há um lider dentro de voce.

Faça-o falar!!! :



APENAS CONSIDERAÇÕES



"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".

Chico Xavier


MARCELUS CARVALHO DE PAULA 2:50 PM

Voce que esta ai sentado!! levante-se !! Há um lider dentro de voce.

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SEÇÃO: MALDITOS FILHOS DA PUTA XXXVIX


EUA sabiam de atentado na Arábia, diz jornal

Os Estados Unidos sabiam da iminência de um atentado na Arábia Saudita, mas não tinham detalhes precisos sobre o alvo e seus possíveis autores para desbaratar a trama. A afirmação é do jornal The New York Times. Várias fontes oficiais disseram ao jornal que os serviços de inteligência tinham destacado a iminência de um atentado como o perpetrado na noite de sábado contra um complexo residencial no oeste de Riad. Dezessete pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas na ação.

Os dados apontavam que os terroristas, supostamente da rede Al-Qaeda, buscavam perpetrar em breve um atentado contra um alvo "pequeno". Na sexta-feira passada, um dia antes do atentado com um carro-bomba perpetrado na capital da Arábia Saudita, os EUA anunciaram que fechariam temporariamente a partir de sábado sua embaixada em Riad e seus dois consulados em Jedá e Dahrán pelo temor de um iminente atentado.

Esses fechamentos ocorreram por causa dessa informação sobre a probabilidade de um ataque.

O atentado de sábado destruiu parte de uma exclusiva área residencial do oeste de Riad, e entre os 17 mortos estão pelo menos cinco crianças, enquanto outras 122 pessoas ficaram feridas. O jornal acrescenta que agentes da CIA que trabalham junto com as autoridades sauditas identificaram vários membros da Al-Qaeda nesse país, mas ainda não conseguiram capturá-los. Nos últimos meses, a Arábia Saudita conseguiu desmantelar vários supostos comandos terroristas.


Fonte : Redação Terra

MARCELUS CARVALHO DE PAULA 6:14 PM

Voce que esta ai sentado!! levante-se !! Há um lider dentro de voce.

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Nota Da Hora


Verbete : Humildade

Virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza.
Modéstia, pobreza,respeito, reverência


MARCELUS CARVALHO DE PAULA 6:58 PM

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SEÇÃO : ADVOGADO DO DIABO - I



Ontem discutindo o cotidiano com um amigo, ocorreu-me: Quem? é verdadeiro ou não é egoísta?? Sinceramente nem eu mesmo escapo de ser egoísta. O egoísmo age de forma tão sutil que nem notamos que somos egoístas. O indivíduo vêem através dos tempos tornando-se cada vez mais individual e essa individualidade, causando grandes estragos em sua existência. Como um ser criado para viver em comunidade pode negar sua predestinação????

MARCELUS CARVALHO DE PAULA 6:50 PM

Voce que esta ai sentado!! levante-se !! Há um lider dentro de voce.

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